Cólica menstrual: causas e tratamentos

27 de abril de 2017
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cólica menstrual é o sintoma mais comum que acompanha a menstruação e também é conhecida como dismenorreia. Essas dores nas áreas da barriga e da pelve surgem tipicamente em adolescentes, geralmente um ou dois anos após a menarca (primeira menstruação), época em que o ciclo hormonal ovulatório já encontra-se estabelecido, mas tendem a melhorar conforme a mulher envelhece.

Até 90% das adolescentes e 1/4 das mulheres adultas (com idades entre 12 e 45 anos) sofrem de cólica menstrual, sem diferença de prevalência entre mulheres de diferentes etnias ou nacionalidades. A cólica menstrual em si não é doença, porém em algumas mulheres é tão intensa que chega a comprometer seus afazeres diários, assim como a TPM e seus sintomas.

Tipos de cólica menstrual
Existem dois tipos de cólica menstrual: primária e secundária.
Dismenorreia primária
Essa é uma palavra grande para a cólica menstrual comum causada pelo ciclo menstrual. A dor sentida pode ser mais forte ou mais fraca, na parte inferior do abdômen, costas e coxas. Ela começa antes da menstruação e, normalmente, dura entre 12 e 72 horas. Esse tipo de cólica é mais comum em mulheres jovens e frequentemente fica menos intensa a partir dos 20 anos e após a gravidez.

Dismenorreia secundária
Esse tipo de cólica menstrual geralmente surge em mulheres após seus 20-30 anos e é normalmente causado por uma disfunção dos órgãos reprodutivos. Algumas dessas condições incluem a endometriose, a fibroide, os cistos ou uma infecção. Ela também pode ser causada pelo uso de dispositivo intrauterino (DIU), que é uma forma de contraceptivo. A dor normalmente começa no início do ciclo menstrual e dura mais tempo que a dismenorreia primária.

Como ocorre a cólica menstrual
O corpo feminino possui estruturas reprodutivas, tais como o útero, os ovários e as trompas, que todo mês se preparam para receber um bebê. Nessa preparação, cria-se uma camada dentro do útero chamada endométrio, responsável por nutrir o embrião. Quando o corpo percebe que o óvulo não foi fecundado e, então, não precisará suprir o tal embrião, começa o processo inverso: o próprio endométrio reconhece que não mais será utilizado e libera a prostaglandina.

Esta substância faz o útero contrair-se para que o endométrio seja, então, eliminado do organismo. As contrações do útero comprimem os nervos e os vasos sanguíneos à sua volta, causando dores no baixo-ventre. E é assim que, finalmente, surge a cólica menstrual.

Como aliviar as dores
Não há como prevenir a cólica menstrual, mas é possível aliviá-la com algumas dicas:

– Faça exercícios físicos;

– Use uma bolsa térmica com água quente;

– Consuma frutas;

– Tome chás naturais. Os mais recomendados são: de calêndula, camomila, abútua e agoniada;

– Consuma óleo de prímula, que assim como os chás, você encontra em nossa loja.

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